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Archive for the ‘Visão’ Category

Chegaram os novos óculos que fazem emagrecer!

Óculos para emagrecer? Isso mesmo, caros leitores. Os pesquisadores inventaram essa ferramenta para ajudar os mais ansiosos a não exagerarem na doise na hora de comer. Os responsáveis por essa façanha foram os japoneses da Universidade de Tokyo. Esses óculos são capazes de aumentar a realidade, ou seja, fazem com que a comida que está no prato da pessoa, pareça maior.

E a pesquisa deu tão certo que os cientistas notaram que os participantes comeram 10% menos cookies enquanto usavam os óculos do emagrecimento, pois esses óculos aumentavam o tamanho do cookie em 50%.

Isso acontece pois enganamos o nosso cérebro, mesmo não comendo mais, ele acha que estamos comendo muito por conta da visão que temos sobre o que comemos. Assim, quando vemos algum doce grande no pote, o nosso cérebro já se prepara para receber o doce daquele tamanho, e não “mede” depois se o que comemos foi realmente do tamanho que vimos ou não.

Confiram vocês:

 

 

Genial, não?

Vi aqui.

 

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O cérebro pode ler ao contrário?

Há, mais uma pegadinha do nosso cérebro! Sim, o nosso cérebro pode ler ao contrário! Mas por que fica tão difícil? Pesquisadores do BCBL (Basque Centre on Cognition, Brain and Language) mostraram em um estudo que o cérebro do homem pode rotacionar as palavras vistas por um espelho e entender automaticamente e inconscientemente, mas por apenas alguns milissecundos. Sendo estes pesquisadores, o cérebro “se lembra” que esta não é a forma correta de ler, então paramos de conseguir ler. Que coisa não? Porque será que a gente não consegue ler de todas as formas, não seria uma vantagem evolutiva a mais pra gente?

O estudo é interessante pois os pesquisadores estão tentando entender mais como funciona o mecanismo da dislexia no cérebro. Nessa doença, as pessoas tem dificuldade de escrever as palavras, podendo escrevê-las na ordem inversa, trocar letras, dificuldades na associação do som à letra. Está relacionado com o processamento da escrita no cérebro.

Fonte aqui.

 

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Há, mais uma pegadinha do nosso cérebro! Sim, o nosso cérebro pode ler ao contrário! Mas porque fica tão difícil? Pesquisadores do BCBL (Basque Centre on Cognition, Brain and Language) mostraram em um estudo que o cérebro do homem pode rotacionar as palavras vistas por um espelho e entender automaticamente e inconscientemente, mas por apenas alguns milisecundos. Sendo estes pesquisadores, o cérebro “se lembra” que esta não é a forma correta de ler, então paramos de conseguir ler. Que coisa não? Porque será que a gente não consegue ler de todas as formas, não seria uma evulação a mais pra gente?
O estudo é interessante pois os pesquisadores estão tentando endenter mais sobre a dislexia. Nessa doença, as pessoas tem dificuldade de escrever as palavras, podendo escrevê-las na ordem inversa, trocar letras, dificuldades na associação do som à letra. Está relacionado com o processamento da escrita no cérebro.

Cones, bastonetes e o terceiro fotoreceptor

Em 2002, pesquisadores descobriram uma classe de células sensíveis a luz, as quais foram chamadas de células fotosensitivas do gânglio retinal (ipRGCs). Essas células podem ter papel importante no relógio circadiano (padrões de metabolismo e comportanto do corpo em 24h  com a mudança de luz), na visão (padrões nos níveis de brilho) e parecem permitir que a luz ambiente influencie em processos cognitivos como memória e aprendizado.

Foster, um neurocientista da Universidade de Oxford é um dos pioneiros no assunto. Em 1999, o pesquisador criou uma linhagem de cobaias que não possuía nem cones nem bastonetes (células fotoreceptoras da retina). No entanto, os animais continuaram a ter o ritmo circadiano, sugerindo que os cones e bastonetes não tinham a função sozinhos de captar claro e escuro do dia.

Os pesquisadores descobriram que existe uma camada de células além de cones e bastonetes que antigamente se pensava que eram responsáveis apenas por transmitir as informações dos cones e bastonetes para o cérebro. Porém, essas células possuem um fotopigmento (melanopsina) e elas podem gerar uma resposta perante a luz, sem precisar dos dois outros fotoreceptores.

Este pigmento é mais sensível à luz azul. Tal teoria foi comprovada quando uma senhora cega de 87 anos foi colocada num quarto escuro, e quando a luz do quarto se tornou azul a senhora percebeu algum brilho no local.

Cientistas estão testando ondas de luz diferentes e relacionando isso com o aprendizado e memória de alguns voluntários. Pacientes voluntários que foram expostos a mais tempo em uma luz azul apresentaram reações mais rápidas e menor tempo de lapsos de memória. Pesquisadores querem testar uma luz “saudável”, para melhorar o humor, sono e a saúde mental das pessoas. Existe hoje Blue Light Group. Mas acalmem-se! Antes de se submeterem a qualquer luz azul muito cuidado, pois este grupo também discute que o excesso à exposição pode causar perda de visão.

Ainda há muito a se descobrir sobre esses fotoreceptores!

Para estudar mais baixe aqui o artigo referência deste post.

 

http://nyti.ms/dDCef