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Interface cérebro máquina, o futuro é agora!

Palestra dada pelo prof. Miguel Nicolelis.

Parece que os filmes de ficção científica já não são mais tão ficção assim, não é mesmo?

Prepare a pipoca, o guaraná e bora assistir!

FABULOSO!

http://www.youtube.com/watch?v=oWw6n2JuTDI

 

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  1. mdantas
    22/06/2011 às 11:35

    http://www.sciencedaily.com/releases/2010/06/100614114532.htm Uns, como é o caso, fazem testes em humanos! Dado tratar-se a estimulação elétrica um processo, minimamente invasivo, porque não fazer os testes diretamente em humanos!?Com a larga experiência de Nicolelis e a possibilidade de comunicação com o paciente, o estudo causa/efeito seria mais rapido e eficaz! Sem querer dizer com isto que o processo científico deve ser moroso. Tempo foi o que já passou! Recordo que em Março de 2009, o Prof Nicolelis via na Sciense o êxito da estimulação elétrica da espinal medula em roedores, reconhecida. Ele, então, dizia: “qualquer coisa…a gente tira” referindo-se à simplicidade do processo! Assim sendo, façam, quanto antes o teste em humanos!

    • 22/06/2011 às 23:07

      Olá,

      na verdade eu concordo e discordo de você. Devido a minha pouca experiência ainda no assunto, eu não sei quais são as reais complicações de se começar a fazer testes em humanos, mas sei que os processos não são simples e envolvem muita burocraria também. A questão é, que na palestra, ele faz uma promeça (que vc deve ter visto) de fazer com que uma criança tetraplégica entre andando na abertura dos jogos de 2014. Mas, 2014 é daqui 3 anos. Você acha isso pouco? Em 2009 eles fizeram testes em ratos, agora começou os testes em macacos, e 2014 será praticamente teste em humanos. Na sinceridade eu acho até que isso está andando rápido demais.

      Super beijo

  2. mdantas
    27/06/2011 às 08:19

    Amiga Suzana:
    Suas palavras tiveram o efeito do oásis no deserto. Todavia, com sua BONDADE, sei que compreende aqueles que em seu refúgio, sofrem, desesperadamente, por doença e de toda a consequência que daí deriva…No caso, doença de Parkinson. Esta me invadiu aos 44 anos e dela sofro há 13.Acompanho o Professor Nicolelis há muito tempo e não duvido da sua capacidade e honestidade. Pelo contrário, sinto que é um humanista íntegro. Bem intencionado, ele vai criando esperanças nas suas entrevistas que “encurtam” a espera. É a história da garrafa: uns acham que está meio cheia, outros, que está meio vazia”, depende da perspetiva.Para mim um ano é muito, para outros é pouquinho! Em boa verdade, o processo científico não é fácil! Muita burocracia, desajustada e desatualizada. Depois, a investigação nunca corre bem à primeira! Em conclusão: É preciso tempo! Este é o meu dilema: LUTAR CONTRA A DOENÇA E CONTRA O TEMPO!
    Já agora do fundo do meu coração e na varanda de onde vejo o mundo e grito, silenciosamente, por socorro, lhe agradeço o seu tempo!

    PS:Tratamento atual para Parkinson Levodopa (medicamento com 50 anos).Ao fim de mais ou menos 5 anos perde “eficácia” e origina efeitos secundários graves conhecidos e outros que ainda não foram divulgados. Opção DBS, para alguns. Cirurgia altamente perigosa cujo efeito se esvai ao fim de aproximadamente 5 anos!
    OBRIGADO

    • 27/06/2011 às 10:14

      Bom dia amigo leitor,

      agora sim eu entendo o seu ponto de vista. E preciso contar também que eu também tenho esse ponto de vista. Atualmente trabalho em um laboratório de regeneração nervosa, e quando vejo essas notícias do prof. Nicolelis realmente acho que as pesquisas dele andam muito rápido. Mas o meu ponto de vista, que me faz enxergar como vc, é que meu pai tem a Doença de Parkinson também. Foi descoberto quando ele tinha em torno de 50 anos, e nessa época eu tinha 15 anos apenas. Ou seja, brincar, sair, passear, viajar, se divertir sem preocupações nenhuma eu nunca pude com o meu pai (visto que antes da doença ele era uma pessoa muito rude e brava). Acho até que foi esse fato que me incentivou a estudar sobre os diversos temas do sistema nervoso e suas desordens. Então eu sei sobre os ‘tratamentos’, que como vc disse não são bem tratamentos assim. Sei dos efeitos colaterais, e sofro por conta disso. Acompanho pessoas que fizeram diversos tipos de tratamento para saber quais os prós e contras de cada tratamento.

      Mas o senhor é uma pessoa interessada nos assuntos, ao contrário do meu pai. Ele não teve escolaridade e nem sabe ligar um computador, quem dirá se informar sobre as novas pesquisas do assunto. E somente esse fato já faz com que os seus sintomas não avancem tanto quanto uma pessoa como o meu pai. Sei que cada pessoa é diferente, mas isso é fato.

      Como vc eu também fico buscando pesquisas e esperando a possível cura pra quem eu amo tanto, e desse ponto de vista acho sim que as coisas demoram pra acontecer. Mas quando olho para dentro do laboratório e pras outras pesquisas que demoram muito pra acontecer e que as vezes eu até duvido de algumas metodologias, acho que esse cara realmente está fazendo um ‘milagre’ para a pesquisa desse assunto. O problema pode ser mais fundo, pois quando sair a pesquisa com humanos vai dar uma burocraria enorme, a pessoa precisará ter muito dinheiro e tudo mais. Mas como eu tenho o ponto de vista dos dois lados acho realmente que esse cara vai conseguir ir longe, só que eu não sei exatamente como é estar esperando alguma coisa como vc, ou como o meu pai.

      Obrigada por se interessar em ler o blog, e dedicar seu tempo para questionar assuntos que eu acho que muitas pessoas não dão atenção. Acho que assim realmente atinjo o verdadeiro propósito de ter criado ele.

      grande abraço

  3. Miguel
    06/07/2011 às 06:58

    http://t.co/V8GXh0O – Olá Suzana! Continua a ser um deslumbre escutar Miguel Nicolelis! Como não ter esperança?

  4. Miguel
    06/07/2011 às 07:03

    PS
    Fique bem.
    Um Abraço

  1. 26/11/2013 às 14:03

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